Germie Bernard | Wide Receiver | Alabama Crimson Tide
Pick n° 47 – Segunda Rodada.
Camisa n°5 Posição: Wide Receiver Idade: 22 anos (02.12.2003).
Nascimento: Las Vegas-NV
Histórico escolar, Pré-recrutamento: Liberty High School, Henderson-NV.
Perfil de Recrutamento: ⭐⭐⭐ ⭐ – Classe de 2022. (239° melhor recruta, 38° melhor WR).
Recrutamento: Michigan State Spartans (2022) – BIG 10.
1ª Transferência: Washington Huskies (2023) – PAC 12.
2ª Transferência: Alabama Crimson Tide (2024/2025) – SEC.
Experiência no College: 4 anos (2022 a 2025).
RAS Score e medidas – Combine/ProDay:
RAS Score: 9.07
Altura: 1.85
Peso: 94kg
Comp. Mãos: 9.880 (25,09 cm*)
Comp. Braço: 30.380 (77,16 cm*).
Bench Press: NÃO TESTOU
Vertical Jump: 32.50 (82,55 cm*)
Broad Jump: 10’05 (3,17m)
Shuttle: 4,31s
3-Cone: 6,71s
40 YD Dash: 4.48s – 20 YD Split: 2.58s – 10 YD Split: 1.52s .
Legenda utilizando a métrica do Relative Athlectic Score (RAS):
Verde = Ótimo/Bom – Amarelo = Ok/Mediano – Vermelho = Ruim
Comparações Pré-Draft:
Jarvis Landry, WR, LSU, Miami Dolphins – 2rd. Pick 63, Classe de 2014.
Deebo Samuel, WR, South Carolina, San Francisco 49ers – 2rd. Pick 36, Classe de 2019.
Robert Woods, WR, USC, Buffalo Bills – Rd. Pick 41, Classe de 2013.
Projeção de contrato: 4 anos, $ 10.544,970mi.
Número escolhido: não divulgado.
Projeção de Draft:
Segunda rodada, TOP 50.
Classificação em Boards (Melhor prospecto disponível em overall):
The Ringer: 63° PFF: 49° ESPN: 42°
Fox: 87° CBS: 40° NBC: 43°
PFN: 51° The Athletic: 41° Bleach Report: 55°
CONSENSUS BIG BOARD: 53° Melhor prospecto em OVR da classe de 2026.

Quem é Germie Bernard:
Ele iniciou sua carreira em Michigan State no ano de 2022, como um recruta 4 estrelas almejando ser participativo desde o início de sua carreira, entretanto, após uma temporada sem muito destaque, buscou um cenário mais competitivo e onde pudesse ser mais contributivo, transferindo-se para Washington em 2023.
Em Washington, fez parte do estrelado ataque liderado por Michael Penix Jr., Rome Odunze, Ja’Lynn Polk, Jalen McMilan e Troy Fautanu, time vice campeão nacional naquela temporada, onde produziu, mesmo sem ser o foco absoluto do ataque.
Sua conexão com o técnico Kalen DeBoer foi o fio condutor de sua carreira. Quando DeBoer assumiu o comando de Alabama em 2024, Bernard não hesitou em segui-lo para Tuscaloosa. Essa lealdade e confiança mútua permitiram que ele se tornasse a peça central do jogo aéreo de Alabama nas temporadas de 2024 e 2025.
Em um ambiente de extrema pressão e sob os holofotes da SEC, Bernard não apenas sobreviveu, mas prosperou, tornando-se o capitão moral do corpo de WRs e ganhando o apelido de “Uncle Germ” por sua maturidade e liderança junto aos mais jovens.
Já fora de campo, Bernard é descrito pelos scouts e técnicos como um indivíduo de fé inabalável, algo que é muito é muito abordado por Bernard, em vitórias e também em derrotas, como ocorreu após a derrota esmagadora de Alabama contra Indiana nos playoffs da ultima temporada, seu ultimo jogo universitário,
Ele não é o jogador que busca as câmeras para celebrar, seu foco está na execução, disciplina e trabalho.
Essa postura “old school” por sinal, deve ter atraído a atenção do Steelers, algo que remonta ao perfil clássico da franquia, um jogador que prioriza o time acima das estatísticas individuais, “fala pouco e joga muito”.
Ao final de sua carreira universitária de quatro anos, acumulou 53 partidas totais, 35 como titular, com 155 recepções, 2.203 jardas e 13 TDs recebidos.
No ano de 2024, liderou Alabama em número de recepções e foi o segundo em jardas recebidas.
No ano de 2025, liderou Alabama em recepções e jardas recebidas.
O prospecto Germie Bernard:
Como prospecto, Germie Bernard é o que os scouts classificam como um “High Floor” (piso alto). Isso significa que, embora ele possa não ter o teto atlético de um velocista, suas habilidades básicas são tão sólidas que ele dificilmente falhará em contribuir.
Sua maior virtude é o refinamento na execução das rotas. Bernard corre rotas “limpas”, sem passos desperdiçados nos cuts, utilizando hesitações e movimentos de cabeça para deslocar os defensores. Ele entende as nuances de alavancagem, sabendo exatamente quando atacar o ombro do cornerback para criar a separação necessária no topo da rota.
A inteligência de jogo de Bernard brilha especialmente contra defesas marcando em zona. Ele possui um instinto aguçado para identificar os “buracos” entre linebackers e safeties, sabendo quando acelerar ou quando simplesmente “frear” na marcação em cobertura para oferecer uma janela de passe limpa ao seu QB.
Se o QB está sob pressão, Bernard é o jogador que saberá ajustar sua rota para se tornar a válvula de escape do ataque, uma característica vital e que faz muita falta ao esquema ofensivo do Steelers, principalmente nas ultimas temporadas, onde o ataque buscava eficiência em passes curtos e médios, sem um alvo com qualidade para executar essas jogadas.
No que diz respeito às suas mãos, Bernard é extremamente confiável. Ele ataca a bola no ar com naturalidade, em vez de esperar que ela chegue ao seu corpo.
Mesmo não possuindo uma envergadura primorosa, ele compensa com um controle de corpo absurdo e um timing preciso para vencer em situações de bolas contestadas.
Sua concentração é admirável, ele raramente comete drops por falta de concentração e consegue manter a posse da bola mesmo após sofrer impactos violentos imediatamente após a recepção.
No pós recepção, Bernard se transforma em um corredor muito físico. Ele não é o tipo de WR que tentará driblar três defensores em um espaço curto, em vez disso, ele baixa o ombro e busca jardas extras através do contato.
Seu equilíbrio permite que ele ricocheteie em tackles mal executados, transformando ganhos de 5 jardas em avanços de primeira descida.
Essa mentalidade física se estende ao seu trabalho como bloqueador, onde ele demonstra um desprendimento raro para a posição, ajudando ativamente no jogo terrestre.
Ele não tem receio de executar o trabalho sujo da posição e se destaca como um dos recebedores mais bem polidos da classe em executar bloqueios com agressividade, técnica e competência.
Mas ele não é perfeito, ele lida com suas limitações, que o impedem de ser considerado um true WR1.
A principal delas é a falta de velocidade. Ele não possui a explosão vertical para queimar CBs velozes em rotas longas de forma consistente, o que pode limitar seu papel a ser uma ameaça predominantemente intermediária na NFL. Se ele não conseguir gerar separação, abrindo cortes de rotas, dificilmente conseguirá vencer pela velocidade.
Outro ponto de atenção é seu release contra o press dos CBs. Embora seja forte, Bernard ocasionalmente permite que CBs físicos atrasem o tempo de sua rota na linha de scrimmage.
Na NFL, onde o contato inicial é muito mais agressivo, ele precisará refinar sua técnica de mãos para se desvencilhar rapidamente e não comprometer o timing com o QB. Sua explosão é funcional, mas não gera aquele “choque” inicial que deixa o defensor para trás instantaneamente.
Além disso, seu raio de captura é considerado médio. Por ter braços que não são excessivamente longos, ele pode ter dificuldades em bolas lançadas muito fora de sua moldura contra defensores que possuem maior envergadura. Ele é um jogador que precisa de precisão do quarterback para maximizar seu potencial.
Por fim, a versatilidade de Bernard é a melhor arma de como o utilizar em nível profissional.
Ele pode alinhar no slot, como recebedor externo ou até ser utilizado em movimentos de motion para confundir a defesa.
Em Alabama, ele foi testado em diversas funções, com jogadas terrestres desenhadas para ele e até lançando alguns passes. Essa capacidade de ser um “canivete suíço” ofensivo permite que o coordenador ofensivo o mantenha em campo na maioria dos snaps, utilizando sua inteligência para explorar diferentes fraquezas da defesa adversária ao longo da partida.
Outro fator muito determinante é um pouco de seu perfil, um jogador comedido, sem busca por holofotes, muito respeitado pelos seus companheiros, e dedicado a cumprir suas funções dentro de campo.
É um jogador que chegou sem badalação no programa mais respeitado do College, num momento de mudança histórico no programa, e saiu de lá como uma referência técnica para os jogadores que ficaram por lá, seu perfil de liderança é muito forte e pesado.
Pontos Fortes:
Refinamento em Rotas: Corre rotas “limpas”, sem passos extras nos cuts, e sabe mudar seu ritmo de aceleração, para enganar defensores em marcação individual.
Inteligência enfrentando com cobertura em zona: Excelente leitura de defesas, encontrando os “buracos” entre linebackers e safeties com facilidade, no meio do campo.
Mãos Seguras: Apresentou uma taxa de drop baixíssima (apenas 1,5% em 2025), sendo extremamente confiável em passes curtos e médios.
Pós-Recepção: Possui um equilíbrio acima da média, frequentemente quebrando o primeiro tackle e ganhando jardas extras.
Versatilidade: Consegue alinhar em qualquer lugar do campo e até ser usado em jet sweeps e screens.
Bloqueador Dedicado: Diferente de muitos WRs, ele gosta do contato e é um bloqueador esforçado e físico para ajudar o jogo terrestre.
Rastreador: Demonstra excelente controle de corpo e ajuste para bolas mal lançadas ou passes longos na lateral.
Pontos Fracos:
Falta de Velocidade: Não tem o necessário para queimar defensores em rotas verticais na NFL.
Dificuldade vs Press: CBs físicos na linha de scrimmage podem o atrasar em sua rota e tirá-lo do tempo de jogada.
M2M Covg: Embora seja ótimo explorando marcações em zona, sua capacidade de gerar separação em marcações individuais, mant-to-man, ainda é limitada.
Raio de captura: Não é um jogador de “jump ball” consistente, braços curtos podem atrapalhar em situações de passe 50-50 contra CBs maiores.
Explosão: Seu gatilho inicial não é explosivo, dependendo mais da técnica do que da potência para vencer os defensores no first step.
Analise estatística:
Temporada de 2025, via analytics:
Pass snaps: 457.
Routes Run: 428 –
Targets: 110 – Líder do time na temporada.
Recepções: 64 – Líder do time na temporada.
Jardas por recepção – 13.5.
Jardas recebidas: 862 – Líder do time na temporada.
Jardas recebidas por jogo: 61.6 – Líder do time na temporada.
Jardas após a recepção (por recepção): 6.3
TDs recebidos: 7
1 Drop.
Outros dados relevantes:
Registrou 18 tentativas de corrida em 2025.
Média de 5.6 jardas por tentativa.
Média de 7.2 jardas terrestres por jogo.
2 TDs terrestres.
Stats finais na carreira universitária (2022-2025):
53 jogos totais
155 recepções
2203 jardas (14.2 yds p. rec.)
13 TDs
36 tentativas de corrida
184 jardas terrestres (5.1 Y/A)
5 TDs terrestres.
Opinião sobre a escolha do jogador:
Então o Steelers queria um WR? Bom, fiquem felizes pois agora WRs são o que não nos faltam!
Depois da turbulenta temporada de 24, negligenciando seus QBs na posição, em 25 trouxemos DK Metcalf.
Porra, Metcalf e Pickens estamos feitos né?
Estávamos, mas a alegria durou pouco… Poucos dias após o Draft, Omar Khan troca George Pickens para o Cowboys, sem ter selecionado nenhum WR na classe de 2025…
O que aconteceu em 2025?
Mais uma temporada com problemas na posição de WR…
Massssssssssssssssssssssssss ao que parece em 2026 teremos uma temporada um pouco diferente do que estamos habituados, HC novo, comissão técnica nova, nova abordagem de draft, um novo QB talvez? E um investimento pesado na posição que tanto deu os deu dor de cabeça!
Na noite de quinta o Steelers queria draftar um WR na primeira rodada, Makai Lemon de USC estava no telefone com Omar Khan, ele seria o escolhido do Steelers na 21, mas o Cowboys surpreendentemente troca sua pick de última hora com o Eagles, e o Eagles selecionam Lemon.
Aqui foi uma total vergonha para Omar Khan e seus amigos, tomaram um golpe de vista, e perderam um jogador que queriam ter, num draft rolando em casa.
Mas por outro lado, algo que vejo de positivo disso, o front office não se abalou, não entrou em pânico, e não fez um movimento precipitado na escolha, mantiveram o foco, e valorizaram a escolha como valor de primeira rodada, escolhendo um jogador mais valioso, num contexto de escolha mais valiosa.
Por exemplo, eu acharia ruim o Steelers ter aceitado o golpe de vista e ter draftado um outro WR na pick 21, aqui eu viria como um movimento preciptado, mas não, o nosso front office foi firme e manteve o plano de reforçar as trincheiras, isso eu conto com um ponto positivo!
Chega o dia dois, 49ers começa a rodada escolhendo um WR, diga-se de passagem, um tremendo reach, Browns picks mais tarde garante Denzel Boston, uma ótima escolha, mas que EU não via fit nenhum com o Steelers.
Pick 47, board ficando perigoso e nessa altura, até a pick 53 eu não veria Bernard sobrando, então corretamente Omar Khan paga o preço e sobe 6 picks e garante um WR com um fit perfeito com o nosso ataque.
Germie Bernard, um jogador que vai encaixar de forma perfeita no nosso sistema ofensivo, talvez uma peça que não tivéssemos desde a temporada de 2017, com a escolha de Juju Smith-Schuster, um alvo confiável para operar no Slot com confiança e enquanto temos alvos confiáveis na lateral do campo.
“Ah então Bernard virou o melhor WR do draft?”
Não, longe disso, mas não iria adiantar muito draftar um WR sem capacidade de slot, para o deixar limitado a uma peça reserva no ataque, uma pick de segunda rodada é um investimento alto, alguém que deve ser contributivo desde o dia 1 na equipe, e Bernard era esse cara, um cara com um encaixe extremamente perfeito no nosso ataque, alguém que pode operar em vários níveis ofensivos, sendo um titular no Slot, fazendo trick plays, correndo com a bola e sendo contribuitivo como bloqueador.
Bernard não é um simples operário quebra galho, é alguém com refinamento técnico vindo de um dos melhores programas lapidando WRs em nível universitário, e sendo referencia no campo, liderando sua equipe, e sendo um mentor para jogadores mais jovens, um cara que faz seu trabalho, e faz bem feito e não quer ser honrado a todo momento por isso.
Porque não amei a escolha?
Para não ficar só nos elogios, temos que criticar algo né?
Eu não amei essa escolha, porque achei que o Steelers fez um investimento muito alto para subir 6 posições nessa segunda rodada, na pick do Colts, a troca:
Steelers recebeu:
Pick #47 – 2RD – 2026.
Pick #249 – 7RD – 2026.
Colts recebeu:
Pick #53 – 2RD – 2026.
Pick #135 – 4RD – 2026.
Pick #237 – 7RD – 2026.
Aqui na minha avaliação, essa quarta rodada saiu bem salgada, o que diminui um pouco a minha avaliação sobre a escolha de Germie Benard, por mais que tenha gosta muito da pick, é importante valorizar adequadamente suas escolhas, e uma escolha de 4RD, pick no top 150 ainda, é uma escolha importante.
A minha visão dessa troca e seleção de Bernard na pick 47, foi mais ou menos a seguinte:
Omar Khan ativando o protocolo contenção de danos!
Se perdemos o WR que a gente queria na primeira rodada, não podemos ficar sem outro WR nesse momento, então… vamos fazer o que for preciso, e pagar o que for preciso!
Pois bem, eu gosto disso, essa agressividade pelos prospectos é importante, mas se você também queria o Makai Lemon, deveria ter feito algo para ficar com ele, e não sentar e esperar a escolha cair no seu colo.
Aí eu te pergunto torcedor:
Não faltou agressividade para subir no 2Rd, mas não deveríamos ter sido mais agressivos na primeira rodada? Garantindo o jogador que o nosso staff queria?
Depende para quem você pergunta, este editor que aqui vos escreve, tem uma visão um pouco diferente de Makai Lemon, vocês podem dizer que é clubismo.
“agora que ele não veio ele não serve né?”
Talvez um pouco disso, estaria mentindo se dissesse que não, e ontem estaria elogiando a escolha dele na primeira rodada, quem vai saber kkkk.
Mas continuo na mesma ideia que me passou na noite de quinta-feira, eu acho que acabamos desviando de uma bala com Makai Lemon, mas isso fica para um outro dia.
E para fechar, na verdade, eu amei bastante a escolha de Germie Bernard, acho que é um bom jogador, algo fundamental para o nosso ataque, mas com toda a situação envolvendo a primeira rodada, e o custo de subir para a #47, pelo contexto GERAL eu não consigo amar ela com 100% do meu coração, digamos com 95% dele, seria justo? Me fala você aí que está lendo!
Qual a avaliação da nossa escolha?
A
Motivos?
O perfil técnico, físico e mental do jogador me agrada muito, primeiramente o sistema de scout do Steelers não costuma errar nos nossos WRs, principalmente os de segunda rodada,
(Mas esse sem vem problemas comportamentais, se é que vocês me entendem kkkk)
Um jogador contributivo, com espaço para evoluir e agregar muito no que não temos, eu acho que foi uma escolha perfeita no que se refere ao jogador, o que eleva a nota dessa escolha!
Mas ainda assim, não consigo relevar o custo de subir por essa pick, então, eu acho que isso, abaixa a nota dessa escolha!
O que faltou para ser uma escolha melhor?
Mandar uma quinta rodada, ao invés da #135…
Dadas as circunstâncias em que o Steelers se encontrava no Board, teria mirado outra posição?
Não, estou bem satisfeito, eu gostei muito da escolha!
Algum dos WRs que saíram depois da #21, KC Concepcion, Omar Cooper Jr., De’Zhaun Stribling e Denzel Boston, fariam mais sentido que ele?
Em questão de encaixe no time, eu acho que não, talvez apenas KC teria um papel semelhante, mas não considero ele um jogador muito confiável, principalmente na primeira rodada. E ser confiável, é algo que Bernard é muito bom.
Quanto aos outros, eu gosto de Omar Cooper e Denzel Boston, mas acho que não faria sentido trazer jogadores assim, com esses perfis para disputar posição com DK e Pittman, enquanto isso, podemos garantir um lugar no time para Bernard.
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Autor: Junior Fabian / @junior.fbn






